19 de julho de 2011
7 de julho de 2011
1 de julho de 2011
28 de junho de 2011
27 de junho de 2011
HUMANOS
20 de junho de 2011
15 de junho de 2011
Eu, estudante universitário de merda

(uma singela homenagem ao colega arthur, retrato por pierce)
9 de junho de 2011
Monstro Eduardo e Mônica
8 de junho de 2011
4 de junho de 2011
Cenas de um Casamento

2 de junho de 2011
1 de junho de 2011
Pepinos me mordam!

A bactéria mortal foi ligada a princípio a pepinos contaminados da Espanha que foram importados pela Alemanha, mas as autoridades alemãs admitiram nesta terça-feira que os testes mais recentes mostraram que os pepinos não carregavam a cepa da bactéria mortífera ligada ao surto.
"A Alemanha reconhece que os pepinos espanhóis não são a causa", disse o secretário alemão da Agricultura, Robert Kloos, nos bastidores de uma reunião de ministros da Agricultura da União Europeia na Hungria.
Mas a norte-americana Administração de Alimentos e Fármacos (FDA, na sigla em inglês) declarou que os carregamentos de pepinos e outros alimentos cultivados na Espanha estão sendo investigados por autoridades de saúde dos EUA mesmo assim.
"Por conta da informação recebida sobre o surto na Alemanha, a FDA está inspecionando os carregamentos de pepinos, tomates e alfaces da Espanha", disse Doug Karas, porta-voz da FDA.
O surto, um dos mais abrangentes do tipo, já causou tensão diplomática entre a Alemanha, Espanha, França e Rússia. Moscou proibiu a importação de alguns vegetais e ameaça estender a proibição a toda União Europeia.
A ministra espanhola da Agricultura, Rosa Aguilar, criticou a reação inicial da Alemanha.
"A Alemanha acusou a Espanha de ser responsável pela contaminação de E.coli em seu território, e o fez sem provas, causando dano irreparável ao setor produtor em nosso país", afirmou ela.
A mídia espanhola relatou que Alemanha, Dinamarca, República Tcheca, Luxemburgo, Hungria, Suécia, Bélgica e Rússia estão bloqueando a entrada de pepinos espanhóis.
A fonte exata da cepa virulenta da bactéria ainda é desconhecida.
Cientistas dizem que as suspeitas sobre vegetais ou saladas como possível fonte são bem fundamentadas, já que o adubo de gado usado em fertilizantes pode hospedar o E. coli.
"O E. coli pode se colar à superfície de muitos produtos frescos, como folhas de alface, de espinafre e em pepinos. Este tipo de E. coli sobrevive a condições ambientais mais severas... e produz algumas toxinas terríveis para os humanos", disse Brendan Wren, da London School of Hygiene & Tropical Medicine.
Especialistas de saúde do Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, sediado em Estocolmo, (ECDC na sigla em inglês), que monitora doenças na UE, identificaram a doença como síndrome hemolítico-urêmica (HUS na sigla em inglês), uma complicação séria de um tipo de E. coli conhecido como E. coli produtora de toxina Shiga (STEC na sigla em inglês).
Os fazendeiros espanhóis estão perdendo cerca de 200 milhões de euros por semana como resultado da perda das vendas. Aguilar disse que Madri pedirá "medidas extraordinárias para compensar as enormes perdas impostas ao setor espanhol".
O surto, que teve início em meados de maio, deixou mais de mil pessoas doentes até agora na Alemanha, além de pessoas da Espanha, Suécia, Grã-Bretanha, Dinamarca, França e Holanda que estiveram recentemente em território alemão."
31 de maio de 2011
23 de maio de 2011
21 de maio de 2011
Leituras - parte 4

17 de maio de 2011
O Amor segundo Foucault

(Michel Foucault)
16 de maio de 2011
O Amor segundo Deleuze
"Não existe amor que não seja um exercício de despersonalização sobre um corpo sem orgãos a ser formado; e é no ponto mais elevado desta despersonalização que alguém pode ser nomeado, recebe seu nome ou seu prenome, adiquire a discernibilidade mais intensa na impressão instantânea dos múltiplos que lhe pertencem e aos quais ele pertence."(Giles Deleuze)
11 de maio de 2011
Batata (na estrada) indica!

8 de maio de 2011
5 de maio de 2011
3 de maio de 2011
29 de abril de 2011
25 de abril de 2011
A Vida e a Festa
19 de abril de 2011
6 de abril de 2011
Treinando Caricatura
29 de março de 2011
Teses sobre o Amor por Said Leoni
1. o amor está em todo lugar, mas isso não é simplesmente explicado por uma condição dísica, metafísica ou então de maneira subconciente; o amor não é algo que possa ser explicado como uma ciência, crença ou religião, nem ao menos como algo explicável ou inexplicável, o amor é e está, ele é o "to be" das coisas do mundo, e não que essa explessão seja apenas dádiva da língua inglesa, o amor pode estar em outras línguas, dialetos, gestos inclassificáveis, um bom exemplo é o "querer estar" da palavra saudade em português brasileiro que é uma bela forma de representar o amor. O fato de o amor ser assim pode, por tanto, desconsiderar tudo aquilo que vai ser dito adiante, mas este não se faz necessariamente conflitante ou paradoxal o seu próprio intento.
2. o amor para ser amor tem que ser sincero, e é essa sinceridade intrínceca que faz do amor ser amor; justificando o amor para com pessoas e coisas, o amor à uma árvore, o amor a um animal de estimação, o amor por uma pedra ou um objeto de estima é tão amor como o amor por um outro ser vivo da mesma espécie, acontece que o mundo a nossa volta transforma o amor em coisas cambiáveis, mercadorias da sociedade, modismos e relações de posses irreais, assim o amor à uma árvore, a um animal de estimação, à uma pedra, a um objeto de estima ou a um outro ser vivo da mesma espécie se transformem em fetiches, pois não são sinceros.
3. o amor é difícil, pois amar exige estar fora de si mesmo, perder todo o egoísmo e a auta-estima, perceber que no mundo não existem só as vontades próprias e que o conflito entre duas vontades não se transformam sempre em ganhos qualitativos ou quantitativos, não são competição, são conjuntos indivisíveis que formam um todo, mas isso não pode cair na grande falácia de criar cópias de si paralelas, isso é uma saída condizente com a fuga que o mundo contemporâneo prporciona, e se isso fosse verdadeiro não seria sincero, não seria amor, e o amor por isso é das "coisas do mundo" a mais difícil.
4. o amor é reticências, pois se isso não fosse a proópria existência dos seres ditos humanos não permaneceria.
(Said Leoni, em algum dia de março de 2011)









































